Isso é inclusão digital...
Sexta-feira, 23 de Maio de 2008
Decepção ou confirmação?

OBSERVAÇÃO: O CONTEÚDO ABAIXO É UM CONTO MERAMENTE FICCIONAL. QUALQUER SEMELHANÇA COM ALGUMA COISA DA SUA VIDA É MERA COINCIDÊNCIA (ou eu sou o máximo e adivinhei o que se passava nessa cabecinha linda!)
Anos moldando, lascando, lixando, polindo. Ela desgastara-se visando aperfeiçoá-lo e tê-lo ao seu lado como o homem com o qual ela sempre havia sonhado. Pré requisitos ele tinha, e muitos, mas as pontas eram incomodas ainda. O rapaz havia entrado num processo evolutivo muito satisfatório. Largou o video game para dedicar-se mais aos estudos. Diminuiu a quantidade de peladas na semana para mais tempo dedicar ao romance. Aprendeu uma língua nova, o português social de outras tribos urbanas. Mudou os mulambentos bermudões por calças jeans menos pré-adolescentes. Aprendeu noções básicas de etiqueta em público, como tratar uma dama em diferentes ambientes e até como elogiá-la de maneira não ofensiva (''minha gostosa é do caralho na cama'' virou ''minha namorada é a mulher!''). Era uma equação crescente. Não era exponencial, e nem deveria ser, o resto da sociedade nãoa companharia mudanças tão bruscas.
O relacionamento era equilibrado. Ele também lhe ensinava como ser menos ''encanada'', menos nerd com a vida, menos responsável (no bom sentido), evitar o estresse, ser menos ranzinza e ter tolerância com os muito diferentes. Como mulher o aprendizado ocorria mais rápido e mais visivelmente, porém essas questões de diferenças entre os gêneros são clássicas mesmo e não significam maior eficácia de um ou outro.
Mas todo mar tem ressaca. E foi numa tempestade que o barco quebrou e jogou cada um pra um lado.
A recuperação foi rápida, ela envolveu-se com o trabalho e lá mesmo encontrou um homem que a ajudou com a dor de cotovelo. Ele também foi rápido ao achar uma moça muito boa enfermerinha que ajudou-o com os traumas trazidos do naufrágio.
Cada um em seu nicho, a vida foi indo de vento em popa em outros barquinhos. O dela já era um projeto mais avançado de seu sonho, poucos reparos. O dele era um projetinho mais ao estilo dele, bem mais maleável às mudanças e menos crítico aos defeitos que o namorado ainda trazia.
Passa o tempo, venta o vento. Os caminhos se cruzaram novamente. Um emaranhado de pessoas conectavam informações de ambos. O motoboy do serviço dele entregava encomendas na casa dela. A faxineira dela faxinava o apartamento dele. O farmacêutico de ambos era o mesmo e ainda confundia o xampu favorito dos dois. Os amigos feitos durante o cruzeiro de ambos continuavam os mesmos, como formigas, trançando informações.
Ele descobriu que ela estava bem, já estava no segundo companheiro depois dele, já haviam viajado para a Argentina, havia absorvido os ensinamentos de calma dele mas estava um pouco infeliz com o excesso de preocupações do atual. Ela descobriu que ele estava bem, havia passado um tempo afastado da companheira mas já haviam reatado romance novamente. Tudo nos conformes. Toca a vida.
Ela não agüentou o namorado, deu um pé na bunda e preferiu continuar sozinhas (mas sempre acompanhada!). Para uma noite especial foi ao supermercado comprar vinho, peixe, flores e velas. Empurrando seu carrinho distraída foi surpreendida por um corpo que parou bruscamente em seu caminho. Bermudão tilanga, camiseta de banda chinfrim, tênis sujo, meias relaxadas, um boné para esconder os desgrenhados cachos...o mesmo sorriso de sempre. Entre um ''Oi gata'' e um ''que boiolagem é essa de comprar velas? Esqueceu de pagar a luz?'' ela, revoltada, percebeu que seu serviço fora destruído pela inconseqüente moça. Voltara a falar palavras de pouca aceitação social, abandonara o emprego pois ''não curtia o terno e a gravata'', trancara o antigo curso, começara outro e agora tinha dois cursos trancados, voltara a ser um viciado em video games (''carai véi, pira que eu zerei a desgraça do GTA em uma madrugada? Eu sou o foda mesmo, se eu pudesse me mamava...Até que o bicho vem aqui em cima, mas eu não sou viado, prefiro que a Berta mame!''). A vontade dela era chorar, induzir um coma nele, procurar a tal Berta e matar a anarquista. Segurou a onda. Sorria, repondia, comentava, trocaram novos telefones e se afastaram novamente. Ela com um desgosto de ver sua obra de arte destruída, e até pior do que antes. Ele achando que ela de cabelos mais longos e mais bronzeada estava mais gostosa do que da útima vez.
Meses depois ouviu de pássaros verdes detalhes mais íntimos do relacionamento dele com Berta. Um muleque, inconseqüente, chegava bêbado para visitar a moça, marcavam de sair e aparecia de meião e camiseta de time, recebia moças que não eram Berta em seu apartamento, tratava Berta como uma boneca inflável (pegava nos seios dela no meio do supermercado, batia na bunda dela ''aê lombo bão'' no meio do shopping, enfiava a mão por dentro das roupas dela no piquenique no parque) e trocava a moça com bastante facilidade pelo video game e pela peladinha.
Ela sentiu um enjôo, achou que aquilo era uma decepção. Lembrou-se então que dias após o supermercado ele havia ligado para ela, tarde da noite, foi à casa dela, cheio de boas intenções e cantara-a. Ela havia o questionado sobre Berta, ele disse que ela era liberal e não se importava. Ela cedeu mas depois sentia que aquilo ali não era a sua obra de arte estragada, sentia que aquilo ali era outra pessoa, outro muleque naquele na corpo, mas não o mesmo muleque que ela havia pegado pra adestrar. Os detalhes da relação dele com Berta ratificavam suas sensações. Não era decepção de vê-lo na estaca zero, era confirmação de que ele estava em outra escala, provavelmente a de Berta, e nessa escala ela não palpitava...
Quarta-feira, 21 de Maio de 2008
Alemães, judeus e judiação

Essa conversa ocorreu nessa noite, 21 de maio de 2008. {Cheshire Cat~.}ALSV, decendente de alemães conversava com LUM@@ ... LUMÃO sobre o país e a cultura. LUM@@ ... LUMÃO disse que não gosta de alemães por cauda do Hitler. E daí...
LUM@@ ... LUMÃO diz:
ahaaam
LUM@@ ... LUMÃO diz:
mais ainda nao gosto deles
LUM@@ ... LUMÃO diz:
pq nao foi legal o q fizeram com minhafamilia
{Cheshire Cat~.}ALSV diz:
sua família eh judia?
LUM@@ ... LUMÃO diz:
naum num judia d ninguem naaaaaum
{Cheshire Cat~.}ALSV diz:
não, baby
{Cheshire Cat~.}ALSV diz:
perguntei se vcs são judeus
LUM@@ ... LUMÃO diz:
ja entendi
LUM@@ ... LUMÃO diz:
e eu num judeia
Algo a declarar sobre isso? Eu só ri!
A imagem apenas ilustra um serviço de uma pessoa pouco informada. Foi o que de melhor achei...(mentira, eu queria colocar um jumento, mas sei que jumentos são inteligentes)
Terça-feira, 20 de Maio de 2008
Meninos (boys) Pangea Day
Há um tempo aí rolou o Pangea Day. Hoje, ainda em meu passeio pelo YouTube, achei esse vídeo. Achei muito lindo esse curta. A mensagem é show de bola. Tira um tempinho aí e vê!
Mulher Yogurti
Eu não faço IDÉIA do que seja isso. Não sei se é algum projeto de faculdade de cinema, faculdade de publicidade, faculdade de psicologia ou laboratório de imagens da psiquiatria. Entrei no YouTube pra procurar um clipe e essa mulher feia estava na página inicial. Fui ver (porque eu adoro gente feia). E vi isso aí que vocês também viram. Vou tentar falar caju (assim mesmo, sem o acento, porque é dessa forma o correto! Esse povo que num estuda gramática básica...) na hora de fazer carão, fica um beiço a lá chupinsk que deve seduzir (bah, certeza, homens só pensam nisso...mulheres pensam nisso, mas pensam também em sapatos!).
Isso aê, quem souber que porra é essa dá um alô.
E quem quiser saber mais sobre o caju e entender o motivo dele não ganhar acento CLICA AQUI.
Viu que na matéria falam de mel de caju? Isso com pinga, em Fortaleza, chama ''meloska'' minino du céu, isso quase me fez virar uma alcoólatra.
Li também do chá da castanha. Interessei-me, faz uns 5L aí pra eu levar pra prova de vestibular!
Anticoncepcional e repelente? Vou retalhar o pé de caju aqui de casa! Chega de gastar dinheiro com Selene e Off.
E é antibiótico gram-positivo. Super me interessei. Morro de emdo de ter cárie.
Tenho que confessar que não gosto de caju, nem do suco. Só tomo a meloska e como as castanhas bem salgadinhas. Mas depois desse artigo aê, sei não, em outubro vou tentar comer um pseudofruto!
Segunda-feira, 19 de Maio de 2008
Pau, lo Coelho
Imagino você, relaxando numa rede numa tarde quente de domingo, lembrando do fracasso do sábado e pensando : ''Putz, minha vida sexual é sem emoção demais. OK que já fiz sexo na pracinha do interior onde minha vó mora, mas isso num dá nem uma história...''.
Aí você fuça entre os livros que sua tia comprou e vê ''O Mago''. Nome escroto da porra, mas você também não tá a fim de ler nada muito mais profundo que um azulejo. Lê a orelha do livro e descobre que é uma biografia da Paulo Coelho. Eu juro que, se fosse eu, jogava fora, mas você é uma pessoa mais flexível. Lê mais um tico e descobre que é a biografia sexual do Paulo Coelho (pra mim continua no lixo) mas você é uma pessoa pevertida e leva o livro pra rede. E é aí que você percebe que sua vida sexual é interessantíssima, segura, higiênica e NÃO DOENTIA.
Mas ''Ó Caleydoscope criatura, como és má, só porque não aprecias o mago brasileiro?'' Né não ow, presta atenção nas paradas que saíram pra imprensa:
- Ele transava no cemitério por falta de lugar MAIS APROPRIADO. Eu penso com a minha pessoa ''nem apropriado cemitério é'' porque tipo, lá tem gente MORTA, que morreu de várias coisas, dentre essas cosias algumas doenças causadas por bactérias, fungos ou vírus que podem (de verdade, minha mãe fez curso de microbiologia e garante isso) continuar lá um tempo massa. Aí pra fazer sexo a gente no mínimo levanta a saia e baixa a calcinha, daí essas coisinhas nojentas que mataram as pessoas que ali jazem em paz entram em contato com você e...Por mim já basta! (E olha que nem apelei pro lado religioso da coisa).
- Uma básica justificativa pra sair trepando em locais estranhos (e não legais) assim é que na época dele motel não era popular e em hotéis só aceitavam casais com certidão de casamento (Oi, quanto anos tem o Paulo Coelho? Minha vó tinha onde transar aqui em Goiás...). Graças a esses empecilhos ele ia parar no cemitério. E eu questiono: tinha nenhum amigo não fii? Tipos, todo mundo tem um amigo firmeza que cede umas horinhas (quando mora sozinho) ou que a família toda viaja e a casa fica boa pros esquemas...Nossa, até EU, a anti-social, tenho fellows que as vezes têm a casa vazia (heh!)
- E pra finalizar, A PARTE DOENTIA. O Mago disse que uma vez a casa da moça num tava num esquema 100% e por isso resolveram dar umazinha na frente da tia da moça. Só que a pobre tia era MUDA E PARALÍTICA. Meu, que doença. Coitada da mulher. Há um tempo eu até postei um quadrinho do Cyanide and Happines com essa temática. A tia nem podia reclamar de ver a pouca vergonha (ou reclamar que tava na maior seca e eles ali passando vontade nela) NEM podia sair do lugar pra parar de ver.
Domingo, 18 de Maio de 2008
Corno Music 5

Como tô escutando tooooodas as músicas cornas que tem no meu pc (4) vou postar mais uma né? Então ''chuuuuuuuuuuuuuupa quem duvida da minha goianidade!''
Boate Azul
Bruno e Marrone
Composição: Manoel / Joaquim
Doente de amor procurei remédio na vida noturnaCom a flor da noite em uma boate aqui na zona sul
A dor do amor é com outro amor que a gente cura
Vim curar a dor desse mal de amor na boate azul
E quando a noite vai se agonizando no clarão da aurora
Os integrantes da vida noturna se foram dormir
E a dama da noite que estava comigo também foi embora
Fecharam-se as portas, sozinho de novo tive que sair
Sair de que jeito,
Se nem sei o rumo para onde vou
Muito vagamente me lembro que estou
Em uma boate aqui na zona sul
Eu bebi demais
E não consigo me lembrar sequer
Qual era o nome daquela mulher
A flor da noite na boate azul.

